Agrupamento de Escolas da Lourinhã

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Índice do artigo
Enquadramento Histórico da Lourinhã
Época Pré-romana
Época Romana
Do século XII até ao século XV
Do século XVI até ao século XIX
Do século XX até à actualidade
Todas as páginas

Do século XVI até ao século XIX

Outros testemunhos atestam a importância do Concelho, nomeadamente, a criação da Igreja da Misericórdia no final do século XVI. Na verdade, a 14 de Março de 1499, D. Manuel recomenda aos seus juízes, vereadores, procuradores, fidalgos, cavaleiros e homens bons a criação de misericórdias em todas as cidades, vilas e lugares principais do Reino.

O Forte de Paimogo, marco de referência na defesa do território nacional, construído em 1674 no reinado de D. Afonso VI, era parte integrante da Linha Defensiva da Costa Portuguesa, que começava na Praça Forte de Peniche e se estendia até ao Forte de S. Francisco de Xabregas, em Lisboa. A 20 de Agosto de 1808, aquando do desembarque na foz do Rio Grande dos soldados ingleses da Brigada de Auckland, que viriam a participar no dia seguinte na Batalha do Vimeiro , o forte ainda se encontrava activo. Terá terminado a sua missão como fortificação militar marítima no séc. XIX, no final da guerra civil entre liberais e absolutistas. Este forte foi construído junto ao Porto de Paimogo, cujas condições de abrigo não eram favoráveis, como confirma a Carta de Doação do Porto de Paimogo de D. Manuel a Diogo Cardoso em 1500: “Fazemos saber que Diogo Cardoso, cavaleiro da nossa casa e Alcaide da Atouguia, nos disse agora como no termo da Lourinhã está um porto de mar que se chama Paimogão, o qual não rende quase nada por ser muito fragoso , pedindo-nos que porquanto ele tinha aí uma terra junto com o dito porto que lhe fizessemos dele mercê...quando aí vinham batéis de fora rendia por ano mil a dois mil réis e que havia dois anos que não rendia nada por aí não virem batéis e ser costa brava”.

Nos finais do séc. XIX, a principal actividade económica do Concelho continua a ser a agricultura (cereais, legumes e fruta), havendo também abundância de caça. A pesca é ainda um recurso importante, sendo, muitas vezes, complementar. A vila da Lourinhã apresentava então sinais claros de crescimento demográfico: se em meados do século XVIII tinha apenas 150 fogos, pouco mais de um século depois, o número de fogos cresce para 800. Era então uma das principais povoações do distrito de Lisboa.



 

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